Catas Altas/MG

Written by doisnocaminho

No final de semana do dia dos namorados, fomos até a cidade de Catas Altas.  Catas Altas é uma cidade pouco conhecida, mas que pode surpreender e muito quem se dá a chance de conhecê-la. A cidade pertenceu ao ciclo do ouro e apresenta características históricas (como são tradicionalmente as cidades mineiras) e  possui em sua essência o ar simples que nos remete às épocas passadas. A cidade possui casas habitualmente mineiras e suas calçadas e muros são feitos em de pedra Canga, o que dá ainda mais beleza e charme a cidade. Sua paisagem campesina contempla aspectos montanhosos, com picos altíssimos de cerca de mais de 2000 mil metros. Catas Altas é um perfeito refúgio para quem quer fugir da agitação e conhecer o outro lado de uma vida mais simples e campestre.

A cidade conta com uma população de mais ou menos 5.000 habitantes e seu nome provém das profundas escavações em busca de ouro que se faziam no alto do morro.

A cidade está situada aos pés da Serra do Caraça e fica há 120 km de Belo Horizonte. Catas Altas

 HISTÓRIA

 Durante o ciclo da mineração, Catas Altas foi um dos mais ricos e populosos arraiais de Minas Gerais. Com o esgotamento das minas o arraial ficou praticamente abandonado. Em 1868, chega em Catas Altas o Monsenhor Manuel Mendes Pereira de Vasconcelos para ser o vigário do arraial. Logo percebe o estado em que o lugar se encontrava. O padre nota a ausência de qualquer forma de cultura de subsistência. Monsenhor Mendes acreditava que, para provocar mudanças drásticas, era necessário educar as pessoas, ensinar a cultura de subsistência e desenvolver o conceito da vida em comunidade. Monsenhor Mendes ensina ao povo passo a passo da fabricação de vinho como plantar as videiras, as épocas das podas, das colheitas, como esmagar as uvas, o período de fermentação, o armazenamento adequado para não acontecer nenhuma alteração.

Depois de algum tempo o padre acaba ganhando a mídia nacional e faz Minas Gerais sair do anonimato na produção de vinhos. O vinho de Catas Altas era comparado por autoridades no assunto com o Porto e o Xerez. A produção do vinho colaborou para que a população elevasse sua auto-estima. Uns plantavam as videiras, outros fabricavam o vinho, outros comercializavam o produto, numa cadeia em que o dinheiro girava e todos saíam ganhando. O vinho de Jabuticaba, que é fabricado e comercializado hoje na cidade, surgiu quase 80 anos depois do vinho de uva, em 1949 pelo senhor Anastácio de Souza. Antes as jabuticabas eram utilizadas para licor, o que muito se encontrava nas casas tradicionais do arraial.

Em 1702, o bandeirante português Domingo Borges descobriu na falda oriental da Serra do Caraça ricas minas auríferas. A ele se deve também a fundação do arraial em 1703, de acordo com a versão de Basílio de Magalhães. Francisco de Assis Carvalho Franco, com base em Taunay, aí suta o paulista Manuel Dias, em 1703, como descobridor.Mas foi somente bem recentemente, em 21 de dezembro de 1995, que o então distrito de Catas Altas emancipou-se de Santa Bárbara.Situada ao pé da Serra do Caraça, a apenas 120 quilômetros de Belo Horizonte, a aconchegante e turística cidade pertenceu ao ciclo do ouro.

O primeiro registro de batismo encontrado, foi celebrado na antiga Matriz de Nossa Senhora de Conceição, em 1712. Nesta época já se delineava o aglomerado urbano que se formava ao redor da mineração. A exploração de ouro na Serra da Caraça, teve início em 1708.No ano de 1716, já se encontrava na Freguesia Nossa Senhora da Conceição das Catas Altas o minerador e fazendeiro português Capitão Thomé Fernandes do Valle que minerou na Serra, e tinha sua fazenda onde construiu uma capela dedicada a Senhora Sant’Ana, e lavras de ouro na região da Valéria. Local que recebeu o nome de “Valéria” por causa de seu sobrenome Valle.

Em 1718, o arraial foi elevado à freguesia, através de medidas da administração colonial, sendo a paróquia declarada de natureza coletiva. Seis anos mais tarde, foi nomeado o primeiro vigário de Catas Altas, então chamada de Catas Altas do Mato Dentro para diferenciar de Catas Altas da Noruega e porque era um termo que os bandeirantes usavam quando entravam mata a dentro (à medida que entravam mata a dentro, batizavam algumas localidades com o nome acompanhado de Mato Dentro).

A construção da atual Igreja da Matriz teve início em 1729 e prolongou-se até por volta de 1780, encontrando-se inacabada na parte interna até os dias atuais, com obras atribuídas a Aleijandinho, Mestre Ataíde, Francisco Vieira Servas e outros.

O Santuário do Caraça, fundado pelo português Irmão Lourenço de Nossa Senhora Mãe dos Homens, que teve seu colégio iniciado em 1820 pelos Padres Lazaristas, funcionando por quase 150 anos, é referência para a cidade de Catas Altas por sua beleza natural e histórica.

O conjunto arquitetônico barroco formado não só pela Igreja da Matriz, mas também por casas antigas ao redor da Praça Monsenhor Mendes, entre outras construções, traz para o presente a história do passado da pequena e bucólica cidade mineira.Para proteger este rico acervo histórico, cultural e religioso, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) tombou todo o perímetro urbano de Catas Altas.

O conjunto arquitetônico e paisagístico do Santuário do Caraça, a Praça Monsenhor Mendes e a Igreja Nossa Senhora da Conceição são tombados pelo Instituto do Patrimônio  Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Além disso, o Parque do Caraça, de propriedade da Província Brasileira da Congregação da Missão, situado no município de Catas Altas (parte dele em Santa Bárbara), também foi transformado em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), outra medida que visa preservar a área.O tombamento do acervo é importante porque impede que as construções antigas sejam substituídas ou modificadas, paralisando o processo de destruição das preciosas construções, e preserva a memória da cidade. Antes desta medida legal, várias construções foram destruídas, como o prédio da antiga escola (onde é hoje a Escola Municipal Agnes Pereira Machado) o solar dos “Ayres” que pertencia à família do comerciante Sr. João Martins Ayres, o solar dos “Alves da Silva” que pertencia ao comerciante, fabricante de vinho, Vereador e Major Antônio Alves da Silva, o chalé dos “Alves Pereira” que pertencia ao agenciador e açougueiro Sr. Argemiro Pereira da Cunha, o chalé do Sr. José do Espírito Santo, e outros.

 PATRIMÔNIO

O conjunto arquitetônico barroco formado não só pela Igreja da Matriz, mas também por casas antigas ao redor da Praça Monsenhor Mendes, entre outras construções, traz para o presente a história do passado da pequena e bucólica cidade mineira. Para proteger este rico acervo histórico, cultural e religioso, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) tombou todo o perímetro urbano de Catas Altas. O conjunto arquitetônico e paisagístico do Santuário do Caraça, a Praça Monsenhor Mendes e a Igreja Nossa Senhora da Conceição são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Além disso, o Parque do Caraça, de propriedade da Província Brasileira da Congregação da Missão, situado no município de Catas Altas (parte dele em Santa Bárbara), também foi transformado em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), outra medida que visa preservar a área. O tombamento do acervo é importante porque impede que as construções antigas sejam substituídas ou modificadas, paralisando o processo de destruição das preciosas construções, e preserva a memória da cidade. Antes desta medida legal, várias construções foram destruídas, como o prédio da antiga escola (onde é hoje a Escola Municipal Agnes Pereira Machado) o solar dos “Ayres” que pertencia à família do comerciante Sr. João Martins Ayres, o solar dos “Alves da Silva” que pertencia ao comerciante, fabricante de vinho, Vereador e Major Antônio Alves da Silva, o chalé dos “Alves Pereira” que pertencia ao agenciador e açougueiro Sr. Argemiro Pereira da Cunha, o chalé do Sr. José do Espírito Santo, e outros. Catas Altas é, sem dúvida, uma cidade privilegiada: ao perceber a importância da identidade cultural de seu povo para construção da cidadania e da nação, afirma-se como uma enciclopédia viva de sua própria história e da história de Minas Gerais.

 

Catas Altas atualmente é uma cidade histórica de Minas Gerais e conta com várias pousadas/restaurantes que ajudam em seu desenvolvimento.

 SANTUÁRIO DO CARAÇA

O Santuário do Caraça, fundado pelo português Irmão Lourenço de Nossa Senhora Mãe dos Homens, que teve seu colégio iniciado em 1820 pelos Padres Lazaristas, funcionando por quase 150 anos, é referência para a cidade de Catas Altas por sua beleza natural e histórica. São 13km após a entrada do parque (vá com bastante combustível no tanque). O carro segue rápido. Sobe e desce pela estrada que corta a Serra do Espinhaço, a “cordilheira” que marca a paisagem desta região das Minas Gerais. O caminho tortuoso revela a rica biodiversidade que se esconde no Cerrado mineiro. Árvores frondosas, pequenas flores secas, passarinhos. Uma verdadeira obra de arte natural a ser apreciada pelos mais atentos. O carro segue. É quando se descobre uma construção peculiar no meio da paisagem. Ali, no meio das serras, se avista uma torre alta, que decora uma construção de estilo neo-gótico ainda maior. De cor bege e telhados pretos, o templo impressiona pela imponência. Em volta dela, casas de paredes brancas reluzem contra o sol. Ao redor, pátios enormes e árvores que não parecem fazer parte daquele cenário. São palmeiras e jardins cuidadosamente aparados.

A antiga construção que se vê ainda da estrada é o Santuário do Caraça. O espaço, que já foi hospedagem para romeiros e colégio missionário reconhecido pelos imperadores portugueses, hoje se denomina Centro de Turismo e oferece aos visitantes Museus, Biblioteca, Arquivo Histórico e Fotográfico e Centro de Convenções. Isso sem falar da rica biodiversidade local, que trouxe à região o título de Reserva Particular do Patrimônio Natural —Santuário do Caraça (RPPN) em 1994. É, sem dúvida, um espaço que combina muita história e vastas belezas naturais.

 O início do Santuário

 O primeiro registro do Caraça aparece somente no ano de 1708. Esse nome foi dado a um trecho da Serra do Espinhaço em um mapa da Província de Minas Gerais. Uma das hipóteses para a sua origem diz que em tupi-guarani Caraça significa desfiladeiro, e o nome foi dado em referência ao desfiladeiro entre o Pico do Sol e o Arraial do Inficionado, o primeiro daquelas bandas. A outra hipótese é a de que o nome se deve ao formato da Serra, que se parece com uma enorme “cara” deitada e olhando para cima.

A região ainda era uma sesmaria quando foi comprada pelo Irmão Lourenço de Nossa Senhora em 1770. “Ele logo começou a construir uma casa de hospedagem para romeiros e uma capela barroca, dedicada a Nossa Senhora Mãe dos Homens, devoção mariana tipicamente portuguesa”, afirma o Padre Wilson Belloni, diretor do Santuário do Caraça e da RPPN. O Irmão tinha seus ajudantes, mas realizava o trabalho quase todo sozinho.

A idade avançava e as dificuldades para terminar a construção do sonhado centro de peregrinação aumentavam. Anos antes da sua morte ele teve a ideia de escrever um testamento endereçado ao rei de Portugal, Dom João VI. “O Irmão Lourenço doou as terras e o Santuário com a esperança de que a Coroa Portuguesa ordenasse padres que dessem continuidade ao centro e, se possível, fundassem uma casa para educação de meninos”, explica o Padre Wilson Belloni.

 Excelência acadêmica

Em 1820, um ano depois da sua morte, os padres Leandro Rebelo Peixoto e Castro e Antônio Ferreira Viçoso chegam ao Caraça a pedido de Dom João VI. Os padres faziam parte da Congregação da Missão — uma sociedade católica masculina composta por padres e leigos consagrados, que tinha como objetivo marcar presença em missões, paróquias, colégios, além de servir aos pobres e levar seus ensinamentos às pessoas. Seguindo essa lógica, eles realizaram algumas missões nos municípios próximos e depois trouxeram do Rio de Janeiro os primeiros alunos do que viria a ser o Colégio do Caraça. Uma vez criada, a instituição oferecia salas de aula e dormitório para os alunos, seminaristas e padres.

Desde 1830, diversas reformas foram realizadas a fim de aumentar a estrutura na mesma medida em que aumentava o número de jovens matriculados. Dormitórios, refeitório, capela, sala de recreio, depósito, teatro… o Colégio do Caraça foi tomando enormes proporções.

Em um país que via seu ensino regular jogado as traças — obrigando muitos brasileiros a estudar no exterior — o colégio era um oásis da excelência acadêmica. Era conhecido por ter um ensino exemplar, no qual se misturavam formação humana e ensino de conteúdos capazes de fornecer um vasto conhecimento de mundo. Seriedade, disciplina e qualidade eram requisitos básicos. Além das matérias básicas, os alunos estudavam também Religião, Latim, Grego, Francês, Cosmografia, Caligrafia e Desenho.

 Não é à toa que ali se formaram importantes personalidades da história do país no campo político, civil e religioso. Formaram-se lá cerca de 500 padres, 21 bispos e 120 políticos, dentre eles os ex-presidentes da república Afonso Pena e Arthur Bernardes. Isso sem contar nos diversos magistrados, médicos, engenheiros, cientistas e professores.

 Um prédio em chamas

Durante os 150 anos do Colégio do Caraça formaram-se cerca de 11 mil alunos. As atividades foram interrompidas bruscamente no dia 28 de maio de 1968 após um incêndio. “Durante a madrugada, um aluno que dormia na enfermaria sentiu o cheiro de fumaça e foi avisar o Padre disciplinário. 

O fogo foi causado por um fogareiro elétrico que estava aceso na sala de encadernação”, conta o Padre Wilson Belloni.

LOBO-GUARÁ

Entre os mamíferos são 66 espécies distintas e dez ameaçados, incluindo o lobo-guará, o animal de estimação dos residentes e turistas do Santuário do Caraça. Isso porque em 1982, depois de muito quebrar a cabeça para descobrir quem estava revirando as lixeiras do complexo, os moradores perceberam que se tratava de um lobo-guará. Para mostrar ao animal que ali ele não corria perigo, os funcionários começaram a colocar badejas de carne nos portões do Santuário e, com o tempo, foram subindo até as portas da igreja.

 A atitude fez com que ele saísse da lista de animais em extinção, apesar de ainda ser classificado como espécie vulnerável. Hoje, quem quiser ver os animais deve esperar a noite cair, ir até porta da igreja e ter paciência. E bico fechado: barulho demais espanta o animal. Infelizmente não foi dessa vez que nós o vimos (fica para a próxima).

 Se o lobo-guará se tornou o bicho de estimação e o símbolo da biodiversidade do Caraça isso se deve ao cuidado da comunidade local, mas também ao fato de a área em que vive ter sido classificada como RPPN ainda em 1994. Assim como ele, diversos animais e plantas sobrevivem nesse santuário natural. Mas como toda Unidade de Conservação, ela sofre uma série de ameaças.

 ARQUEDUTO BICAME DE PEDRA

Um momento de aproximadamente 100 metros em ruínas, muito visitado por sua beleza. Feito de pedra, por escravos, em 1792 para captar água da Serra do Caraça até Brumado, onde o ouro era extraído e levado. O aqueduto possui cerca de 12 metros de altura.

Hoje ainda restam cerca de 100 metros do monumento. Uma escadaria incrustada na lateral do portal dá acesso à parte superior do aqueduto. Localizado a 12 km de Catas Altas.

 IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO 

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição é uma igreja católica localizada na Praça Matriz da cidade, ao fundo da qual se ergue a pedra da Serra do Caraça. É nessa praça que se erguem alguns casarões antigos em bom estado de preservação, formando com a matriz o conjunto histórico da antiga cidade.É um dos mais importantes templos mineiros e uma das poucas igrejas em que se pode fixar a data de fundação com precisão, pois uma notícia inserida no Códice Matoso dá conta de que em 1739 foi feito o translado do Santíssimo Sacramento para a “nova matriz, que hoje existe. (1750)

IGREJA SANTA QUITÉRIA (Igrejinha)

A Capela de N. S. do Carmo ou de Santa Quitéria, construída durante o século 18, está localizada no alto de uma colina.

“Sua dupla denominação se deve ao fato de que, apesar de ter no trono de seu altar-mor a imagem de Nossa Senhora do Carmo, sua invocação tradicional, comprovada em referências documentais, é Santa Quitéria…” Jornal Estado de Minas, 11/07/85.

 Sua fachada, reconstruída nos moldes originais, é chanfrada, com três portas-janelas ao nível do coro e torre única com dois sinos. O adro é calçado com pedras arredondadas, tendo a frente vários degraus. Ao fundo encontra-se a imponente Serra do Caraça. Internamente a Capela possui o altar-mor em madeira trabalhada em motivos florais e anjos, ambos sem pintura, que foi retirado na época da restauração por não ser original. O único retábulo que a mesma possui é talhado em estilo Dom João V e o forro é todo pintado em branco e vermelho.

Pousada Rancho do Tatu

Nos hospedamos na Pousada Rancho do Tatu. Hospedagem com personalidade e exclusividade em Catas Altas, a pousada está localizada há 1,5km do centro de Catas Altas onde se localiza a igreja nossa Senhora da Conceição. O café da manhã está incluso na diária e é servido no estilo self-service, em área com vista para a o principal cartão postal da região, a Serra do Caraça, e para área de lazer, onde são oferecidas frutas tropicais, café, sucos, pães, bolos caseiros, cerais, queijo, presunto, achocolatado, biscoitos, ovos caipiras frescos e muito mais. A pousada conta com uma linda decoração no estilo rock clássico e ainda conta com um piano liberado para os que dominam o instrumento. O ambiente é acolhedor e com boa atmosfera para família e para descanso, sendo ela administrada pelo proprietário, Reginaldo e sua esposa.

Além da oportunidade de conhecer a pousada, seus donos, a cidade de Catas Altas e muitos outros atrativos, tivemos a enorme satisfação em conhecer mais três casais sensacionais que também estavam hospedados no Rancho Tatu, Bruno e Géssica, Mayke e Laura e Lúcio e Gleice (conhecer pessoas é tão ou mais importante quanto conhecer lugares!).

Comunidade do Japones, s/n – Sítio Carvalho – (31) 8481-8232 (31) 8901-2224

RESTAURANTE HISTÓRIAS TABERNA

Para o jantar romântico (afinal era o dia dos namorados!) visitamos, por indicação do nosso amigo Reginaldo, o  restaurante Histórias Tabernas, praticamente em frente a matriz principal de Catas Altas. Comida muito boa, preço justo e música ao vivo de qualidade, uns bons e velhos rock in roll, nacional e internacional, das décadas de 70 e 80.  Reservas: 31 38327615 ou 84762425

Horário de funcionamento: Aberto de quinta-feira, das 18h às 23h, sexta, das 18h à 0h, sábado, das 12h à 1h e domingo, das 12h às 17h.

 Formas de pagamento: Cartões de Crédito: American Express, Diners, Elo, Visa; Cartões de Débito: Maestro, Rede Shop, Visa Electron


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014 (1)
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023 (1)
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024 (1)
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